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	<title>Publicações &#8211; Sociedade Amigos do Balão</title>
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	<description>Movimento Nacional para a Descriminalização do Balão Junino</description>
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	<title>Publicações &#8211; Sociedade Amigos do Balão</title>
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	<item>
		<title>Por que Celebramos o São João?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 19:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra os valores simbólicos e filosóficos por trás das festas juninas com a Nova Acrópole. Nesta aula com o Prof. Paulo Tarcísio, refletimos sobre a tradição do São João como uma expressão do espírito comunitário, da conexão com a natureza e da sabedoria ancestral que ainda pulsa em nossos corações. A filosofia viva resgata o sentido por trás das formas, revelando como cada símbolo, dança e gesto pode ser uma ponte para o autoconhecimento e a convivência harmônica. 🔹 Para quem busca mais significado nas tradições 🔹 Para quem deseja compreender o Brasil profundo com a lente da filosofia 🔹 Para quem sente que a alegria pode ser também um ato de sabedoria]]></description>
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<p>Descubra os valores simbólicos e filosóficos por trás das festas juninas com a Nova Acrópole. Nesta aula com o Prof. Paulo Tarcísio, refletimos sobre a tradição do São João como uma expressão do espírito comunitário, da conexão com a natureza e da sabedoria ancestral que ainda pulsa em nossos corações. A filosofia viva resgata o sentido por trás das formas, revelando como cada símbolo, dança e gesto pode ser uma ponte para o autoconhecimento e a convivência harmônica. 🔹 Para quem busca mais significado nas tradições 🔹 Para quem deseja compreender o Brasil profundo com a lente da filosofia 🔹 Para quem sente que a alegria pode ser também um ato de sabedoria</p>



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<p class="responsive-video-wrap clr"><iframe title="Por que Celebramos o São João? | Símbolos e Sabedoria Ancestral com Paulo Tarcísio" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/vrZrXNz7_NA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Zagallo, o tetra-campeão baloeiro</title>
		<link>https://www.sabrio.org.br/zagallo-o-tetra-campeao-baloeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2024 21:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8216;Adorava correr atrás dos balões&#8217;: amigo de infância de Zagallo relembra histórias na Tijuca Acadêmico da Academia Brasileira de Letras também falou sobre o time de coração do Velho Lobo Por Redação do GLOBO — Rio de Janeiro Nascido em Alagoas, mas criado na Tijuca, bairro da zona norte do Rio de Janeiro e próximo do Maracanã, Zagallo, que morreu na madrugada do último sábado, acumula histórias na cidade carioca. Muitas delas são no meio do futebol, claro, mas outras, pra lá de curiosas, não. Acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Riskier, atualmente com 88 anos, vivenciou muitas dessas histórias de Zagallo na Tijuca. Ao GLOBO, o escritor confidenciou algumas. — Aos 92 anos, Zagalo deixa nosso convívio para ir ao encontro de outros ídolos como o incomparável Pelé. São os nossos imortais das quatro linhas, que ajudaram a transformar o Brasil no país do futebol. Uma lembrança dos nossos tempos de Tijuca: ele adorava correr atrás dos balões que brilhavam nos céus da região. Com uma particularidade: era sempre o primeiro a chegar quando o balão iniciava a sua queda inexorável. Corria muito e por isso na nossa turma era considerado o “rei dos balões” — revelou Riskier. Ídolo da seleção brasileira, do Botafogo e do Flamengo, Zagallo deixava no ar, sempre com bom humor, a resposta sobre qual seria o seu time do coração. Revelado pelo América, o ex-jogador e treinador cultivou grande relação com os rivais cariocas. O amigo, porém, acredita que o Velho Lobo torcia, sim, para um deles. — Era tijucano de corpo e alma. Conheceu a esposa na rua Gonçalves Crespo, que frequentou com intensidade. Mas de coração acredito que torcia pelo Botafogo, clube de astros co]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading">&#8216;Adorava correr atrás dos balões&#8217;: amigo de infância de Zagallo relembra histórias na Tijuca</h1>



<h2 class="wp-block-heading">Acadêmico da Academia Brasileira de Letras também falou sobre o time de coração do Velho Lobo</h2>



<p>Por Redação do GLOBO — Rio de Janeiro</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="888" height="537" src="https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2024/01/zagalo.jpg" alt="" class="wp-image-3498" srcset="https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2024/01/zagalo.jpg 888w, https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2024/01/zagalo-300x181.jpg 300w, https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2024/01/zagalo-768x464.jpg 768w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /></figure>



<p>Nascido em Alagoas, mas criado na Tijuca, bairro da zona norte do Rio de Janeiro e próximo do Maracanã, Zagallo, que morreu na madrugada do último sábado, acumula histórias na cidade carioca. Muitas delas são no meio do futebol, claro, mas outras, pra lá de curiosas, não.</p>



<p>Acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Riskier, atualmente com 88 anos, vivenciou muitas dessas histórias de Zagallo na Tijuca. Ao GLOBO, o escritor confidenciou algumas.</p>



<p>— Aos 92 anos, Zagalo deixa nosso convívio para ir ao encontro de outros ídolos como o incomparável Pelé. São os nossos imortais das quatro linhas, que ajudaram a transformar o Brasil no país do futebol. Uma lembrança dos nossos tempos de Tijuca: ele adorava correr atrás dos balões que brilhavam nos céus da região. Com uma particularidade: era sempre o primeiro a chegar quando o balão iniciava a sua queda inexorável. Corria muito e por isso na nossa turma era considerado o “rei dos balões” — revelou Riskier.</p>



<p>Ídolo da seleção brasileira, do Botafogo e do Flamengo, Zagallo deixava no ar, sempre com bom humor, a resposta sobre qual seria o seu time do coração. Revelado pelo América, o ex-jogador e treinador cultivou grande relação com os rivais cariocas. O amigo, porém, acredita que o Velho Lobo torcia, sim, para um deles.</p>



<p>— Era tijucano de corpo e alma. Conheceu a esposa na rua Gonçalves Crespo, que frequentou com intensidade. Mas de coração acredito que torcia pelo Botafogo, clube de astros co</p>
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		<title>Balão &#8211; registro do nosso folclore popular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 19:16:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Revista O CRUZEIRO &#8211; edição número 31 do ano 1933, publicada no Rio de Janeiro em 24 de junho e distribuída para outras capitais brasileiras.]]></description>
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<p>Revista O CRUZEIRO &#8211; edição número 31 do ano 1933, publicada no Rio de Janeiro em 24 de junho e distribuída para outras capitais brasileiras.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="744" height="1024" src="https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2023/04/32828823-4838-4d91-bd00-023e7ad5f611-744x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3483" srcset="https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2023/04/32828823-4838-4d91-bd00-023e7ad5f611-744x1024.jpeg 744w, https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2023/04/32828823-4838-4d91-bd00-023e7ad5f611-218x300.jpeg 218w, https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2023/04/32828823-4838-4d91-bd00-023e7ad5f611-768x1057.jpeg 768w, https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2023/04/32828823-4838-4d91-bd00-023e7ad5f611-1116x1536.jpeg 1116w, https://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2023/04/32828823-4838-4d91-bd00-023e7ad5f611.jpeg 1162w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /></figure>



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		<item>
		<title>Documentário de globos de papel em Paracho &#8211; Michoacan, México</title>
		<link>https://www.sabrio.org.br/documentario-de-globos-de-papel-em-paracho-michoacan-mexico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 19:04:16 +0000</pubDate>
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		<title>Contando Histórias &#8211; Globos luminosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 May 2022 16:16:08 +0000</pubDate>
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			</item>
		<item>
		<title>Semeurs Fest, festival internacional de balões de papel, concertos, exposições, eventos, workshops</title>
		<link>https://www.sabrio.org.br/semeurs-fest-festival-internacional-de-baloes-de-papel-concertos-exposicoes-eventos-workshops/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 18:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Um evento excepcional no site Carrière de Fégréac. Dois anos após o nosso evento &#8220;A terra é tão pequena e os nossos sonhos tão grandes&#8221; e o voo do balão &#8220;Petite terre&#8221; criado para o cantor HK, a associação Les semeurs d&#8217;étoiles propõe a descoberta do balão de papel, com especialistas, concertos, shows, entretenimento, jogos, exposições, para encantar visitantes de todas as esferas da vida e de todas as idades. Cada dia tem um tema diferente.&#160;Um dia bretão, um dia internacional, um dia da família das crianças, com uma programação específica marcada para cada um destes temas: o voo do balão Nominoë, o concerto Hamon-Martin, o concerto Hk e os Saltimbanks&#8230; E as criações únicas dos nossos convidados internacionais.]]></description>
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<p>Um evento excepcional no site Carrière de Fégréac. Dois anos após o nosso evento &#8220;A terra é tão pequena e os nossos sonhos tão grandes&#8221; e o voo do balão &#8220;Petite terre&#8221; criado para o cantor HK, a associação Les semeurs d&#8217;étoiles propõe a descoberta do balão de papel, com especialistas, concertos, shows, entretenimento, jogos, exposições, para encantar visitantes de todas as esferas da vida e de todas as idades.</p>



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<p>Cada dia tem um tema diferente.&nbsp;Um dia bretão, um dia internacional, um dia da família das crianças, com uma programação específica marcada para cada um destes temas: o voo do balão Nominoë, o concerto Hamon-Martin, o concerto Hk e os Saltimbanks&#8230; E as criações únicas dos nossos convidados internacionais.</p>



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<p class="responsive-video-wrap clr"><iframe title="Ballon Multi-estrella. Cantoya Fest 2019" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/9R4PSwkQ7LE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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<p class="responsive-video-wrap clr"><iframe title="Exposition Les Semeurs d&#039;étoile dans l&#039;Orangerie du domaine du Château de la Châsse à Iffendic" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/nCldVnzA2ZA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Balões podem não causar incêndio?</title>
		<link>https://www.sabrio.org.br/baloes-podem-nao-causar-incendio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 14:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Sim, aqui está a prova, esse formato de balão tem sua bucha autoextinguivel, se apagando no céu e descendo apagado.Aqui é a prova, evento na Copa Ícaro, França. Todos recuperados pela equipe de voluntários para não deixar resíduo na natureza. Exemplo de sustentabilidade. Veja no link abaixo: https://www.youtube.com/shorts/YgvdLE35dNE]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sim, aqui está a prova, esse formato de balão tem sua bucha autoextinguivel, se apagando no céu e descendo apagado.<br>Aqui é a prova, evento na Copa Ícaro, França. Todos recuperados pela equipe de voluntários para não deixar resíduo na natureza. Exemplo de sustentabilidade.</p>



<p>Veja no link abaixo:</p>



<p><a href="https://www.youtube.com/shorts/YgvdLE35dNE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/shorts/YgvdLE35dNE</a></p>
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		<title>Betanzos abre caminho para que o globo seja declarado de interesse cultural</title>
		<link>https://www.sabrio.org.br/betanzos-abre-caminho-para-que-o-globo-seja-declarado-de-interesse-cultural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 19:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Barral considera que &#8220;merece&#8221;, pois é uma tradição centenária e um património &#8220;único na Galiza&#8221; mais um passo no reconhecimento de um símbolo betanceiro que não se perde.&#160;O que deve ser protegido, e que melhor maneira de fazê-lo do que transformando-o em um&#160;bem de interesse cultural na categoria intangível&#160;», com estas palavras, a prefeita, María Barral, anunciou na Feira Internacional de Turismo (Fitur) a intenção de a Câmara Municipal&#160;inicia os procedimentos&#160;para que um dos símbolos de Betanzos, como o maior&#160;balão&#160;do mundo que sobe todo dia 16 de agosto na Plaza García Hermanos,&#160;se torne um BIC. Com esta qualificação, Betanzos&#160;procura reconhecer a história de um dos seus símbolos&#160;, atribuindo-lhe uma categoria que outros da cidade já alcançaram, como o centro histórico, as igrejas ou o parque O Pasatempo.&#160;&#8220;O balão merece.&#160;E quem convive anos e anos com esta&#160;tradição centenária&#160;também deve ter este reconhecimento, e que aquilo que constroem com as mãos é um bem de interesse cultural, único na Galiza”, estimou Barral. Por esse carácter único e por essa tradição artesanal, que Betanzos salienta que não se deve perder, é o que leva a Câmara Municipal a propor esta qualificação, proposta que a própria autarca também deu a conhecer à família Pita, encarregada da sua elaboração. Garantias futuras A tramitação será uma das ações que serão promovidas&#160;pela Fundação Betanzos Globe&#160;, que foi criada no ano passado e cuja primeira reunião foi realizada em 16 de agosto, dia em que teria que subir o maior aeróstato de papel do mundo e que, devido à pandemia, pelo segundo ano consecutivo não foi possível. Da Câmara Municipal Brigantina especificam que tanto com a criação da Fundação como com a declaração do BIC, que será considerado Património da Xunta,&#160;pretende-se &#8220;garantir e manter uma tradição secular&#160;e símbolo e orgulho de todos os betanceiros com o objetivo de conservar, guardar e divulgar o balão de São Roque, criado por Claudino Pita». Da mesma forma, eles adiantam que em seu pedido&#160;de declaração do BIC a história do globo será influenciada,cujo lançamento se celebra ininterruptamente desde meados do século XIX, excepto durante a pandemia, &#8220;torna-se numa das tradições mais enraizadas das festas da padroeira, tornando-se a actividade mais importante das festividades tanto pelo que representa para os Os próprios Betanceiros, bem como a repercussão mediática e o número de visitantes que se realiza todos os dias 16 de agosto com uma média de 50.000 pessoas na praça García Naveira que vêem todos os anos como sobe o maior balão de papel do mundo, praticamente todo feito à mão, com materiais tradicionais».&#160;Os dezesseis painéis que o compõem são feitos de papel pardo colado com pasta de farinha de centeio e reforçados com fita de algodão e são ilustrados com vinhetas humorísticas feitas por artistas locais. Para sua&#160;produção&#160;artesanal , o balão deve&#160;aderir em termos de materiais e métodos de trabalho aos descritos na marca El Globo de San Roque,&#160;&#160;concedida em julho de 1979. Assim, fica estabelecido que o balão deve ter uma altura máxima de 25 metros, um diâmetro máximo de 16 e uma circunferência máxima de pouco mais de 50 metros.]]></description>
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<p>Barral considera que &#8220;merece&#8221;, pois é uma tradição centenária e um património &#8220;único na Galiza&#8221;</p>



<p>mais um passo no reconhecimento de um símbolo betanceiro que não se perde.&nbsp;O que deve ser protegido, e que melhor maneira de fazê-lo do que transformando-o em um&nbsp;<strong>bem de interesse cultural na categoria intangível</strong>&nbsp;», com estas palavras, a prefeita, María Barral, anunciou na Feira Internacional de Turismo (Fitur) a intenção de a Câmara Municipal&nbsp;<strong>inicia os procedimentos</strong>&nbsp;para que um dos símbolos de Betanzos, como o maior&nbsp;<strong>balão</strong>&nbsp;do mundo que sobe todo dia 16 de agosto na Plaza García Hermanos,&nbsp;<strong>se torne um BIC.</strong></p>



<p>Com esta qualificação, Betanzos&nbsp;<strong>procura reconhecer a história de um dos seus símbolos</strong>&nbsp;, atribuindo-lhe uma categoria que outros da cidade já alcançaram, como o centro histórico, as igrejas ou o parque O Pasatempo.&nbsp;&#8220;O balão merece.&nbsp;E quem convive anos e anos com esta&nbsp;<strong>tradição centenária</strong>&nbsp;também deve ter este reconhecimento, e que aquilo que constroem com as mãos é um bem de interesse cultural, único na Galiza”, estimou Barral.</p>



<p>Por esse carácter único e por essa tradição artesanal, que Betanzos salienta que não se deve perder, é o que leva a Câmara Municipal a propor esta qualificação, proposta que a própria autarca também deu a conhecer à família Pita, encarregada da sua elaboração.</p>



<p>Garantias futuras</p>



<p>A tramitação será uma das ações que serão promovidas&nbsp;<strong>pela Fundação Betanzos Globe</strong>&nbsp;, que foi criada no ano passado e cuja primeira reunião foi realizada em 16 de agosto, dia em que teria que subir o maior aeróstato de papel do mundo e que, devido à pandemia, pelo segundo ano consecutivo não foi possível.</p>



<p>Da Câmara Municipal Brigantina especificam que tanto com a criação da Fundação como com a declaração do BIC, que será considerado Património da Xunta,&nbsp;<strong>pretende-se &#8220;garantir e manter uma tradição secular</strong>&nbsp;e símbolo e orgulho de todos os betanceiros com o objetivo de conservar, guardar e divulgar o balão de São Roque, criado por Claudino Pita».</p>



<p>Da mesma forma, eles adiantam que em seu pedido&nbsp;<strong>de declaração do BIC a história do globo será influenciada,</strong>cujo lançamento se celebra ininterruptamente desde meados do século XIX, excepto durante a pandemia, &#8220;torna-se numa das tradições mais enraizadas das festas da padroeira, tornando-se a actividade mais importante das festividades tanto pelo que representa para os Os próprios Betanceiros, bem como a repercussão mediática e o número de visitantes que se realiza todos os dias 16 de agosto com uma média de 50.000 pessoas na praça García Naveira que vêem todos os anos como sobe o maior balão de papel do mundo, praticamente todo feito à mão, com materiais tradicionais».&nbsp;Os dezesseis painéis que o compõem são feitos de papel pardo colado com pasta de farinha de centeio e reforçados com fita de algodão e são ilustrados com vinhetas humorísticas feitas por artistas locais.</p>



<p>Para sua&nbsp;<strong>produção</strong>&nbsp;artesanal , o balão deve&nbsp;<strong>aderir em termos de materiais e métodos de trabalho aos descritos na marca El Globo de San Roque,&nbsp;</strong>&nbsp;concedida em julho de 1979. Assim, fica estabelecido que o balão deve ter uma altura máxima de 25 metros, um diâmetro máximo de 16 e uma circunferência máxima de pouco mais de 50 metros.</p>
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		<title>Aeronáutica e baloeiros ecológicos tentam acordo para diminuir riscos à aviação</title>
		<link>https://www.sabrio.org.br/aeronautica-e-baloeiros-ecologicos-tentam-acordo-para-diminuir-riscos-a-aviacao-numero-de-baloes-quase-dobrou-no-rj/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 19:10:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grupo de trabalho formado por órgãos de controle aéreo e representantes de associações de baloeiros busca formas de regulamentar o lançamento dos balões sem fogo. Primeiro evento teste foi realizado no mês passado no Paraná.  VER VÍDEO Historicamente, balão no céu sempre é sinal de alerta máximo para o patrimônio, o meio ambiente e a aviação no Brasil. Agora, o impasse que dura anos entre a Aeronáutica e os baloeiros sobre o tema pode estar próximo do fim. Um grupo de trabalho formado pela Aeronáutica &#8211; Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa)- e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e representantes de associações de baloeiros do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, busca formas de regulamentar o lançamento dos balões sem fogo, os chamados &#8220;balões ecológicos&#8221;. Festejos juninos e campanha Com a chegada da temporada dos festejos funinos,&#160;o número de registros de balões no céu do Rio de Janeiro é quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado. Entre maio e 5 de julho de 2016, o Cenipa registrou 38 relatos de avistamentos de balões. Este ano, foram registrados 69. Em todo o país, no mesmo período, foram 192 notificações também até o último dia 5, um aumento de 52% em relação ao ano passado que teve 126 avistamentos. São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná são os estados com maior incidência de balões. O órgão tem um programa, o Risco Baloeiro,&#160;que foi criado para receber informações sobre atividades que envolvem balões em todo o país. A partir da coleta de informações são realizadas as campanhas de prevenção e conscientização. O programa é permanente e não acontece apenas na época das festas juninas. Aeronáutica estuda alternativas Em entrevista ao&#160;G1, o brigadeiro Luiz Ricardo de Souza Nascimento, chefe do Decea, disse os números só vêm aumentando e que é preciso buscar alternativas para a diminuição da incidência dos balões. &#8220;Não adianta simplesmente reprimir, ter uma lei que proíbe, a lei existe, mas os números estão aumentando. O que nós estamos testando e fazendo são alguns eventos em uma área controlada com pessoas que querem realmente usar a cultura de um balão ecológico para se divertirem e fazer com que essa cultura seja intensa no Brasil. De forma controlada, mas longe de um aeroporto, com aviso prévio de todos os envolvidos, da polícia, dos aviões e separando uma área exclusiva para isso&#8221;, afirmou. De acordo com o brigadeiro, uma das preocupações é que os balões não são detectados pelos radares. O avistamento é visual e é feito principalmente pelos pilotos. O Centro de Controle do Tráfego Aéreo tem uma planilha que reúne as notificações e os locais dos avistamentos. As informações são divulgadas para alertar outros pilotos e o controle do tráfego aéreo dos terminais. Apesar da tentativa de controle, o militar diz que tanto o balão de fogo quanto o ecológico oferecem risco de colisão com aeronaves e, por isso, é impossível dizer se um é menos perigoso que o outro. &#8220;O que nós temos que diferenciar são os crimes. Balão com fogo existe um crime específico para ele e o crime do balão ecológico é colocar em risco a navegação aérea, ou seja, se o balão for solto sem o controle, sem uma coordenação ou em área em que está próximo do aeroporto. O crime é igual para nós, para o piloto que está voando. Não existe essa diferenciação, o risco é o mesmo. Nós não podemos ter dúvida disso&#8221;. O responsável pelo Decea ressalta que está aberto a conversas com os baloeiros como forma de buscar saída para diminuir e conscientizar a população sobre os problemas que a soltura indiscriminada de balões podem causar.https://912e3477a869f402cac863aa402e9dcd.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html &#8220;Não é proibido que a gente converse e que a gente tente achar uma área específica com mecanismos de controle mínimo para os balões e permitir que a associação faça um evento em conjunto com a Aeronáutica, com o Cenipa e com toda a sociedade. Nós temos que ter uma forma concreta e responsável das associações para que a gente consiga colocar em prática&#8221;. Balões ecológicos &#8211;&#160;voam com fonte de calor natural ou artificial. Não tem buchas acesas, como os tradicionais. Quando caem em casas ou na mata, não têm riscos de incêncio. Mas quando estão no ar representam o mesmo perigo para os aviões. Um balão desse tipo pode levar até seis meses para ficar pronto. Este tipo de balão necessita da luz solar para esquentar e de condições de vento favoráveis. Com boas condições climáticas ele alcança boas distâncias. Balões de fogo &#8211;&#160;além da sua dimensão, levam grande quantidade de explosivos nas chamadas cangalhas. Quando sobe, o balão pode entrar em correntes de ar e ser levado para locais imprevisíveis e chegar a cidades e florestas. Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios, inclusive em áreas urbanas, é crime. A pena varia de um a três anos de prisão, além de multa Baloeiros defendem regulamentação Os grupos baloeiros que utilizam ao balão ecológico reivindicam a regulamentação da atividade respeitando as regras determinadas e a exibição em festivais, como garantia de segurança e preservação da cultura popular. Por telefone, o presidente do grupo baloeiro Somos Arte Papel e Cola (Sapec), do Paraná, disse ao&#160;G1&#160;que o evento realizado em conjunto com a Aeronáutica, em junho, pode ser considerado um sucesso. O local, a mais de 60 km de Curitiba, reuniu pelo menos 40 baloeiros e seus gigantescos balões coloridos. Autoridades da Aeronáutica acompanharam a exibição. Os baloeiros tiveram que cumprir alguns requisitos: limite de altura, para delimitar o peso, da distância que o balão podia alcançar e o uso de materiais biodegradáveis. Cargas e material metálico foram proibidos. Os balões foram monitorados para evitar que invadissem rotas aéreas previamente avisadas do evento. Segundo Egbert Schlogel, após a lei de 1998 que proíbe a soltura de balões sob pena de prisão, muitos baloeiros passaram, aos poucos, a se dedicar aos balões ecológicos, que não usam]]></description>
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<p>Grupo de trabalho formado por órgãos de controle aéreo e representantes de associações de baloeiros busca formas de regulamentar o lançamento dos balões sem fogo. Primeiro evento teste foi realizado no mês passado no Paraná. </p>



<p><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/video/aeronautica-e-baloeiros-ecologicos-se-unem-para-diminuir-riscos-a-aviacao-5990076.ghtml"><strong>VER VÍDEO</strong></a></p>



<p>Historicamente, balão no céu sempre é sinal de alerta máximo para o patrimônio, o meio ambiente e a aviação no Brasil. Agora, o impasse que dura anos entre a Aeronáutica e os baloeiros sobre o tema pode estar próximo do fim.</p>



<p>Um grupo de trabalho formado pela Aeronáutica &#8211; Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa)- e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e representantes de associações de baloeiros do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, busca formas de regulamentar o lançamento dos balões sem fogo, os chamados &#8220;balões ecológicos&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<p class="responsive-video-wrap clr"><iframe title="Aeronáutica e baloeiros ecológicos tentam acordo para diminuir riscos à aviação" width="1200" height="900" src="https://www.youtube.com/embed/zaQRDi__Ibw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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<h2 class="wp-block-heading">Festejos juninos e campanha</h2>



<p><a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/06/fab-lanca-campanha-para-chamar-atencao-sobre-o-risco-de-soltar-baloes.html">Com a chegada da temporada dos festejos funinos,</a>&nbsp;o número de registros de balões no céu do Rio de Janeiro é quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado. Entre maio e 5 de julho de 2016, o Cenipa registrou 38 relatos de avistamentos de balões. Este ano, foram registrados 69.</p>



<p>Em todo o país, no mesmo período, foram 192 notificações também até o último dia 5, um aumento de 52% em relação ao ano passado que teve 126 avistamentos. São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná são os estados com maior incidência de balões.</p>



<p><a href="http://www2.fab.mil.br/cenipa/index.php/prevencao/risco-baloeiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O órgão tem um programa, o Risco Baloeiro,&nbsp;</a>que foi criado para receber informações sobre atividades que envolvem balões em todo o país. A partir da coleta de informações são realizadas as campanhas de prevenção e conscientização. O programa é permanente e não acontece apenas na época das festas juninas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aeronáutica estuda alternativas</h2>



<p>Em entrevista ao&nbsp;<strong>G1</strong>, o brigadeiro Luiz Ricardo de Souza Nascimento, chefe do Decea, disse os números só vêm aumentando e que é preciso buscar alternativas para a diminuição da incidência dos balões.</p>



<p>&#8220;Não adianta simplesmente reprimir, ter uma lei que proíbe, a lei existe, mas os números estão aumentando. O que nós estamos testando e fazendo são alguns eventos em uma área controlada com pessoas que querem realmente usar a cultura de um balão ecológico para se divertirem e fazer com que essa cultura seja intensa no Brasil. De forma controlada, mas longe de um aeroporto, com aviso prévio de todos os envolvidos, da polícia, dos aviões e separando uma área exclusiva para isso&#8221;, afirmou.</p>



<p>De acordo com o brigadeiro, uma das preocupações é que os balões não são detectados pelos radares. O avistamento é visual e é feito principalmente pelos pilotos. O Centro de Controle do Tráfego Aéreo tem uma planilha que reúne as notificações e os locais dos avistamentos. As informações são divulgadas para alertar outros pilotos e o controle do tráfego aéreo dos terminais.</p>



<p>Apesar da tentativa de controle, o militar diz que tanto o balão de fogo quanto o ecológico oferecem risco de colisão com aeronaves e, por isso, é impossível dizer se um é menos perigoso que o outro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;O que nós temos que diferenciar são os crimes. Balão com fogo existe um crime específico para ele e o crime do balão ecológico é colocar em risco a navegação aérea, ou seja, se o balão for solto sem o controle, sem uma coordenação ou em área em que está próximo do aeroporto. O crime é igual para nós, para o piloto que está voando. Não existe essa diferenciação, o risco é o mesmo. Nós não podemos ter dúvida disso&#8221;.</p></blockquote>



<p>O responsável pelo Decea ressalta que está aberto a conversas com os baloeiros como forma de buscar saída para diminuir e conscientizar a população sobre os problemas que a soltura indiscriminada de balões podem causar.https://912e3477a869f402cac863aa402e9dcd.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html</p>



<p>&#8220;Não é proibido que a gente converse e que a gente tente achar uma área específica com mecanismos de controle mínimo para os balões e permitir que a associação faça um evento em conjunto com a Aeronáutica, com o Cenipa e com toda a sociedade. Nós temos que ter uma forma concreta e responsável das associações para que a gente consiga colocar em prática&#8221;.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Balões ecológicos &#8211;&nbsp;</strong>voam com fonte de calor natural ou artificial. Não tem buchas acesas, como os tradicionais. Quando caem em casas ou na mata, não têm riscos de incêncio. Mas quando estão no ar representam o mesmo perigo para os aviões. Um balão desse tipo pode levar até seis meses para ficar pronto. Este tipo de balão necessita da luz solar para esquentar e de condições de vento favoráveis. Com boas condições climáticas ele alcança boas distâncias.</li><li><strong>Balões de fogo &#8211;&nbsp;</strong>além da sua dimensão, levam grande quantidade de explosivos nas chamadas cangalhas. Quando sobe, o balão pode entrar em correntes de ar e ser levado para locais imprevisíveis e chegar a cidades e florestas. Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios, inclusive em áreas urbanas, é crime. A pena varia de um a três anos de prisão, além de multa</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Baloeiros defendem regulamentação</h2>



<p>Os grupos baloeiros que utilizam ao balão ecológico reivindicam a regulamentação da atividade respeitando as regras determinadas e a exibição em festivais, como garantia de segurança e preservação da cultura popular.</p>



<p>Por telefone, o presidente do grupo baloeiro Somos Arte Papel e Cola (Sapec), do Paraná, disse ao&nbsp;<strong>G1</strong>&nbsp;que o evento realizado em conjunto com a Aeronáutica, em junho, pode ser considerado um sucesso. O local, a mais de 60 km de Curitiba, reuniu pelo menos 40 baloeiros e seus gigantescos balões coloridos. Autoridades da Aeronáutica acompanharam a exibição.</p>



<p>Os baloeiros tiveram que cumprir alguns requisitos: limite de altura, para delimitar o peso, da distância que o balão podia alcançar e o uso de materiais biodegradáveis. Cargas e material metálico foram proibidos. Os balões foram monitorados para evitar que invadissem rotas aéreas previamente avisadas do evento.</p>



<p>Segundo Egbert Schlogel, após a lei de 1998 que proíbe a soltura de balões sob pena de prisão, muitos baloeiros passaram, aos poucos, a se dedicar aos balões ecológicos, que não usam fogo, uma prática que, ele diz, é comum em vários países.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;É uma manifestação artística e queremos que ela seja regularizada. Não vai acabar, está enraizado. Acredito que com uns dois ou três eventos desse porte por ano se consegue tirar a prática delituosa&#8221;, declarou.</p></blockquote>



<p>Schlogel contou que eles já estão planejando um segundo evento para novembro, no mesmo local.</p>



<p>Evento de balões ecológicos no Rio de Janeiro — Foto: Ronaldo de Senna/SAB</p>



<p>Sociedade Amigos do Balão(SAB), no Rio de Janeiro, tem cinco mil associados e também está mobilizada na discussão sobre a mundança de mentalidade com relação aos balões. Ele diz acreditar que a repressão não é a única saída e considera um avanço os eventos monitorados pela Aeronáutica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8221; É um avanço. Estamos quebrando paradigmas e é importante o reconhecimento da cultura popular e a tradição das festas mostrando que baloeiro não é um criminoso e que tem pessoas querendo fazer coisas legais e com segurança. Acredito na mudança de hábitos&#8221;, esclarece Marcos Real, presidente da entidade.</p></blockquote>



<p>Real defende a sua tese lembrando que a atividade é reconhecida como prática cultural em outros países como Portugal, Espanha, México, França e El Salvador. Segundo ele, os baloeiros brasileiros são convidados para participar de eventos religiosos e competições nesses países.</p>



<p>&#8221; Nesses locais existe toda uma preoucupação cultural e aqui só se fala em primeiro proibir e por isso é importante mudar a conscientização&#8221;, acrescentou.</p>



<p>Segundo ele, a SAB está reunindo documentação e reunindo dados para realizar uma prova de campo em uma área do Rio de Janeiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação e Prevenção</h2>



<p>Funcionário do aeroporto do Galeão recolhe um balão dentro da área do terminal — Foto: Divulgação/Concessionária RIOgaleão</p>



<p>A Concessionária RIOgaleão realizou neste fim de semana um projeto de consna comunidade de Tubiacanga, na Ilha do Governador, que fica no entorno do aeroporto Tom Jobim, para levar atá a comunidade orientações sobre o risco baloeiro. Crianças participaram do encontro que também fez a abordagem de outras atividades ambientais. De acordo com a concessionária, as crianças poderão aprender mais sobre os riscos dessa atividade em quatro aulas diferentes.https://912e3477a869f402cac863aa402e9dcd.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html</p>



<p>Concessionária RIOgaleão fez evento educativo para as crianças neste sábado — Foto: Aline Massuca/RIOgaleão</p>



<p>Somente em 2017 a equipe da fiscalização de pátio do RIOgaleão fez o recolhimento de 26 balões na área do aeroporto. Foram oito em maio e sete no mês de junho.</p>



<p>A concessionária informou que os balões são recolhidos e passam por verificações para constatar se não possuem alguma identificação e/ou propaganda e em seguida esses dados são repassados para a Polícia Civil. Os avistamentos e recolhimento de balões são notificados ao Cenipa.</p>



<p>Além disso, murais eletrônicos do RIOgaleão, transmitem orientações para os funcionários e trabalhadores do aeroporto informando como proceder ao observar um balão ao redor do terminal aéreo.</p>
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		<title>Globo de Guerrero en 1875</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 14:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Espectáculo en la Plaza Mayor de Medellín (Colombia), actual Parque Berrío, lugar donde los antioqueños han confluido por generaciones como principal escenario de grandes actos culturales. El acto ofrecido por el mexicano Antonio Guerrero, quien vuela a bordo de un globo aerostático inflado con humo de petróleo quemado. Se visualiza en el centro de la plaza, un grupo de personas que sostienen el globo, el cual emite humo en su parte superior. Alrededor de la plaza, toda una multitud congregada para observar el espectáculo. El aeronauta Antonio Guerrero En 1875 vino a Medellín un joven mejicano que respondía al nombre de Antonio Guerrero. Acróbata de alto vuelo (aquí sí cabe esa locución), de una acrobacia hasta entonces desconocida por acá, traía un enorme globo de trapo, no para echarlo solo, como lo practicara don Juan Carrasquilla y Monge, sino para elevarse al cielo con él, y de qué modo: en un trapecio colgante, haciendo zafones y volteretas… y a la buena de Dios, donde cayera… Así podía descender en una ciénaga. Como en un árbol o en una torre. Y esto si el descenso se verificaba agarrado del aparato, que si no, lo mismo venía a dar la caída en cualquier parte. En tal caso… !velorio!, como dicen por acá…En aquella época se elevó Guerrero cinco veces con relativa facilidad. Siguió luego su peregrinación.Periódicamente volvió a Medellín con sus compañías de acróbatas y volatines. Siguió elevándose hasta notar que escaseaban las fuerzas y entonces confió este ejercicio a sus discípulos Parra y Artiles, quienes verificaron varias ascensiones en Medellín, de 1887 a 1896. El último aeronauta de esa rara y valerosa especie fue Domingo Valencia, antioqueño, que después de 1905 en que aquí actuó, recorrió entre aplausos las repúblicas del sur. Antonio Guerrero fue un caballero en toda la extensión de la palabra. Humilde y sencillo, vivía persuadido de que sus inauditas hazañas podían ser realizadas por todos los mortales; siendo así que para poder llegar allá, es bien grande la cantidad de coraje que senecesita, y sobre todo, tener muy bien, pero sumamente bien puestos los pantalones…Sabe Dios lo que suda el que se aventura en un avión moderno bien sentado y sabiendo el destino que lleva., Pero aquello de ir colgando de un trapecio y sin tener idea de lo que al final lo aguarda… ¡al demonio!Luis Latorrc Mendoza. Libro de Oro de MedellínEditorial Bedout; Medellín, noviembre de 1975 Nolasco Guerrero Arrodillados y con la mirada inquieta, ansiosos los feligreses esperaban la bendición final y el “Ite Misa est” aquel domingo de 1915, para dirigirse presurosos hacia el costado opuesto del parque de Bolívar a presenciar el ascenso en globo del aeronauta Nolasco Guerrero, anunciada con anterioridad. Pertenecía este señor a una especie de dinastía de Antonio Guerrero, llegado al país en 1875 con una compañía circense que hacía sus presentaciones por Centroamérica. Al llegar a Colombia, se radicó en la capital antioqueña para desplazarse a los pueblos con el fin de hacer sus presentaciones acrobáticas, espectáculo cerca de las nubes jamás presenciado por nuestros paisanos.Muerto don Antonio, Nolasco y sus hermanos se radicaron en Aguadas, en donde sus dos hermanas ayudaban “al pan diario” planchando las camisas de los cachacos de la plaza.La hoguera para inflar el globo se alimentaba con humo de leña verde y con petróleo importado de Méjico. Nolasco vestía pantalón oscuro y camisa de rayas y, a cierta altura, ejecutaba las acrobacias de rigor y, mientras algunos espectadores rezaban, otros lanzaban “vivas” al personaje; los vientos lo llevaban hacia Pore, otras veces hasta La Palencia, en donde lo esperaban con aplausos los muchachos para llevarlo al pueblo en dos cabalgaduras, una para el protagonista y la otra para el gigantesco globo ya desinflado. Para celebrar el regreso triunfal, en la plaza pública sonaba la música, tronaba la pólvora y se gustaba el aguardiente amarillo, mientras pasaba la mochila abierta para depositar las monedas de la muchedumbre emocionada que gritaba “¡Viva Colombia&#160;!”.En uno de estos días de espectáculo, sucedió que un curioso profesor, tal vez pariente de Luis, uno de los Guerreros, se subió al trapecio para llamar la atención de la gente reunida. El destino le jugó una broma al impertinente, pues el globo se soltó e inició el ascenso ante la mirada atónita de los espectadores y el incontrolable susto del profesor que, cuando el artefacto se enredó en los alambres de la recién instalada luz eléctrica, exclamaba con voz trémula: “Mi Diosito, ¿ por qué es tan injusto que, en vez de llevarse a los ‘carboneritos’ de mi pariente Luis, quiere llevarse a este ‘ilustre profesor’ que esperan en el colegio&#160;?”. El curioso contó con buena suerte, pues los vientos llevaron el globo hacia el frontis del templo de La Inmaculada adonde subieron los amigos para rescatar sin siquiera un rasguño al “curioso impertinente”. ¿Milagro de la Inmaculada Concepción&#160;?Este año de 1915 fue para la gente el año de los agüeros, como el de aquella fecha cuando se presentó el eclipse total de sol; a pleno día empezó a oscurecerse; las madres embarazada fueron cubiertas con sábanas blancas para evitar que los niños nacieran imperfectos; las gallinas buscaron sus gallineros, y las vacas la salida para el ordeño; la iglesia se llenó de feligreses arrepentidos porque “esto era el fin del mundo”.Volvamos con la familia Guerrero. Luis se instaló en Pácora y allí contrajo matrimonio con una señora de apellido Restrepo; esta pareja con su hija Fabiola se trasladaron a Cali en donde continuó Luis con sus aventuras en globo hasta cuando Eolo enfurecido lo llevó hacia el oeste para dejarlo perder en las aguas del océano.Nolasco, pobre y olvidado, había muerto en Arma en 1936.Las aventuras de estos aeronautas cubrieron tres departamentos: Antioquia, Caldas y Valle; ellos revivieron las predicciones sobre aviación de Miguel Ángel, los sueños de Julio Verne, los experimentos de los hermanos brasileros y, más tarde, los acuatizajes en el río Magdalena para acortar distancias entre Barranquilla y Girardot en 1919, en la administración de Marco]]></description>
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<p>Espectáculo en la Plaza Mayor de Medellín (Colombia), actual Parque Berrío, lugar donde los antioqueños han confluido por generaciones como principal escenario de grandes actos culturales. El acto ofrecido por el mexicano Antonio Guerrero, quien vuela a bordo de un globo aerostático inflado con humo de petróleo quemado. Se visualiza en el centro de la plaza, un grupo de personas que sostienen el globo, el cual emite humo en su parte superior. Alrededor de la plaza, toda una multitud congregada para observar el espectáculo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">El aeronauta Antonio Guerrero</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://matacafe.co/wp-content/uploads/2014/01/1875-antonio-guerrero-aeronauta.png" alt="1875 aeronauta Antonio Guerrero"/></figure></div>



<p>En 1875 vino a Medellín un joven mejicano que respondía al nombre de Antonio Guerrero. Acróbata de alto vuelo (aquí sí cabe esa locución), de una acrobacia hasta entonces desconocida por acá, traía un enorme globo de trapo, no para echarlo solo, como lo practicara don Juan Carrasquilla y Monge, sino para elevarse al cielo con él, y de qué modo: en un trapecio colgante, haciendo zafones y volteretas… y a la buena de Dios, donde cayera… Así podía descender en una ciénaga. Como en un árbol o en una torre. Y esto si el descenso se verificaba agarrado del aparato, que si no, lo mismo venía a dar la caída en cualquier parte. En tal caso… !velorio!, como dicen por acá…En aquella época se elevó Guerrero cinco veces con relativa facilidad. Siguió luego su peregrinación.<br>Periódicamente volvió a Medellín con sus compañías de acróbatas y volatines. Siguió elevándose hasta notar que escaseaban las fuerzas y entonces confió este ejercicio a sus discípulos Parra y Artiles, quienes verificaron varias ascensiones en Medellín, de 1887 a 1896. El último aeronauta de esa rara y valerosa especie fue Domingo Valencia, antioqueño, que después de 1905 en que aquí actuó, recorrió entre aplausos las repúblicas del sur. Antonio Guerrero fue un caballero en toda la extensión de la palabra. Humilde y sencillo, vivía persuadido de que sus inauditas hazañas podían ser realizadas por todos los mortales; siendo así que para poder llegar allá, es bien grande la cantidad de coraje que senecesita, y sobre todo, tener muy bien, pero sumamente bien puestos los pantalones…<br>Sabe Dios lo que suda el que se aventura en un avión moderno bien sentado y sabiendo el destino que lleva., Pero aquello de ir colgando de un trapecio y sin tener idea de lo que al final lo aguarda… ¡al demonio!<br>Luis Latorrc Mendoza. Libro de Oro de Medellín<br>Editorial Bedout; Medellín, noviembre de 1975</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nolasco Guerrero</h2>



<p>Arrodillados y con la mirada inquieta, ansiosos los feligreses esperaban la bendición final y el “Ite Misa est” aquel domingo de 1915, para dirigirse presurosos hacia el costado opuesto del parque de Bolívar a presenciar el ascenso en globo del aeronauta Nolasco Guerrero, anunciada con anterioridad. Pertenecía este señor a una especie de dinastía de Antonio Guerrero, llegado al país en 1875 con una compañía circense que hacía sus presentaciones por Centroamérica. Al llegar a Colombia, se radicó en la capital antioqueña para desplazarse a los pueblos con el fin de hacer sus presentaciones acrobáticas, espectáculo cerca de las nubes jamás presenciado por nuestros paisanos.<br>Muerto don Antonio, Nolasco y sus hermanos se radicaron en Aguadas, en donde sus dos hermanas ayudaban “al pan diario” planchando las camisas de los cachacos de la plaza.<br>La hoguera para inflar el globo se alimentaba con humo de leña verde y con petróleo importado de Méjico. Nolasco vestía pantalón oscuro y camisa de rayas y, a cierta altura, ejecutaba las acrobacias de rigor y, mientras algunos espectadores rezaban, otros lanzaban “vivas” al personaje; los vientos lo llevaban hacia Pore, otras veces hasta La Palencia, en donde lo esperaban con aplausos los muchachos para llevarlo al pueblo en dos cabalgaduras, una para el protagonista y la otra para el gigantesco globo ya desinflado. Para celebrar el regreso triunfal, en la plaza pública sonaba la música, tronaba la pólvora y se gustaba el aguardiente amarillo, mientras pasaba la mochila abierta para depositar las monedas de la muchedumbre emocionada que gritaba “¡Viva Colombia&nbsp;!”.<br>En uno de estos días de espectáculo, sucedió que un curioso profesor, tal vez pariente de Luis, uno de los Guerreros, se subió al trapecio para llamar la atención de la gente reunida. El destino le jugó una broma al impertinente, pues el globo se soltó e inició el ascenso ante la mirada atónita de los espectadores y el incontrolable susto del profesor que, cuando el artefacto se enredó en los alambres de la recién instalada luz eléctrica, exclamaba con voz trémula: “Mi Diosito, ¿ por qué es tan injusto que, en vez de llevarse a los ‘carboneritos’ de mi pariente Luis, quiere llevarse a este ‘ilustre profesor’ que esperan en el colegio&nbsp;?”. El curioso contó con buena suerte, pues los vientos llevaron el globo hacia el frontis del templo de La Inmaculada adonde subieron los amigos para rescatar sin siquiera un rasguño al “curioso impertinente”. ¿Milagro de la Inmaculada Concepción&nbsp;?<br>Este año de 1915 fue para la gente el año de los agüeros, como el de aquella fecha cuando se presentó el eclipse total de sol; a pleno día empezó a oscurecerse; las madres embarazada fueron cubiertas con sábanas blancas para evitar que los niños nacieran imperfectos; las gallinas buscaron sus gallineros, y las vacas la salida para el ordeño; la iglesia se llenó de feligreses arrepentidos porque “esto era el fin del mundo”.<br>Volvamos con la familia Guerrero. Luis se instaló en Pácora y allí contrajo matrimonio con una señora de apellido Restrepo; esta pareja con su hija Fabiola se trasladaron a Cali en donde continuó Luis con sus aventuras en globo hasta cuando Eolo enfurecido lo llevó hacia el oeste para dejarlo perder en las aguas del océano.<br>Nolasco, pobre y olvidado, había muerto en Arma en 1936.<br>Las aventuras de estos aeronautas cubrieron tres departamentos: Antioquia, Caldas y Valle; ellos revivieron las predicciones sobre aviación de Miguel Ángel, los sueños de Julio Verne, los experimentos de los hermanos brasileros y, más tarde, los acuatizajes en el río Magdalena para acortar distancias entre Barranquilla y Girardot en 1919, en la administración de Marco Fidel Suárez.<br>En la década del 60 (siglo XX) apareció en Aguadas un ilustre abogado mejicano que afanosamente buscaba descendientes de aquella familia de aeronautas para que reclamaran la fortuna de la familia Lobo Guerrero en Méjico; habían sido los propietarios de petroleras en el Golfo y de una importante red de televisión en aquella nación. Las informaciones correspondientes las había proporcionado el escritor aguadeño Carlos Ariel Gutiérrez, quien desempeñaba la secretaría de la embajada en aquel país.</p>
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