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	<title>Balão &#8211; Sociedade Amigos do Balão</title>
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	<description>Movimento Nacional para a Descriminalização do Balão Junino</description>
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	<title>Balão &#8211; Sociedade Amigos do Balão</title>
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		<title>Balão de São João &#8211; Empresa familiar &#8211; Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2012 23:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[Balão]]></category>
		<category><![CDATA[Celebrações]]></category>
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					<description><![CDATA[História  Na década de 60 do século passado nasceu a BIP, uma micro empresa de carácter familiar que, ocupando um nicho do mercado completamente caduco e ultrapassado, criou um produto inovador e que, pela sua qualidade de fabrico e apresentação, conquistou a simpatia e a preferência dos consumidores. Trata-se do balão de subir, mais conhecido pelo “balão de S. João” muito familiar na cidade do Porto mas também noutras cidades em que aquele Santo é festejado. Partindo de um desenho aerodinâmico, associado à criteriosa escolha de materiais, bem como a combinação de cores e formatos, rapidamente o balão BIP se impôs pela sua facilidade de lançamento e eficácia de desempenho. Fomos pioneiros na introdução da mecha seca combustível que, depois de inflamada, aquece o balão e provoca a sua ascensão, destronando o arcaico processo de mecha preparada com desperdícios de algodão e embebida em petróleo que, para além de pouco prática e exequível, colocava em perigo o ambiente, nomeadamente no que se refere ao risco de incêndios. Deste modo, ficou assegurado que o balão cai quando a mecha se encontra completamente consumida, salvo os casos em que ele esbarra em qualquer obstáculo imprevisível, como cabos de electricidade, copas de árvores, varandas de prédios, podendo provocar o seu incendiamento e a sua destruição, controlando-se adequadamente os possíveis perigos ou danos que poderia provocar. Introduzimos a costura/colagem mecânica dos gomos do balão que antes era efectuada de modo imperfeito e manualmente, melhorando de modo significativo quer a beleza e acabamento, quer a eficácia e resistência da mesma. Perseguindo sempre o objectivo da satisfação total do cliente, apostamos constantemente na melhoria da marca, tanto nos processos de fabrico, como no apertado controlo de qualidade. Assim, podemos garantir ao consumidor um produto fiável e de inteira confiança. Os balões BIP, após a sua aparição no mercado nacional, foram alvo de imitações, algumas delas com algum sucesso, mas que ficaram sempre aquém das expectativas do consumidor, por se verificar que a sua eficácia se colocava num patamar inferior de desempenho, pela ignorância total do processo de fabrico, pela escolha de materiais de qualidade menor e pela incompleta perfeição final. Hoje, quem conhece a marca BIP não procura outro produto, a não ser que não o encontre. Reconhecendo dificuldade em responder às enormes solicitações do mercado comercial, a BIP insiste em impor-se como referência de marca de confiança e em alargar o seu domínio na praça portuguesa, apostando no aumento de produção sempre atenta ao conceito de qualidade e perfeição. Actualmente, os balões BIP, para além da festejada noite de S. João, são muito apreciados em todo o tipo de eventos: aniversários, festas de empresas, fins de ano, celebrações de todo o género, festejos em praias… Nos anos 80, por iniciativa de um programa da Rádio Renascença, foram oferecidos aos seus ouvintes centenas de balões que os deitaram no antigo campo do Lima 5, após o lançamento de um balão gigante, confeccionado de encomenda e em exclusivo para o evento e que media mais de seis metros de altura e oito de perímetro. Este acontecimento foi notícia no extinto jornal “O 1.º de Janeiro”, na sua edição de 24 de Junho de 1982, com o título “Balão de S. João, o fogo dos pobres”. Foi um momento alto da afirmação da marca BIP e, para muitos dos que estiveram presentes naquele local, uma recordação indelével de um acontecimento único dos festejos sanjoaninos: a ascensão das centenas de balões, todos lançados naquele espaço e naqueles momentos, formaram no céu do Porto uma autêntica constelação de estrelas que muito contribuiu para abrilhantar esta noite única da cidade. [vsw id=&#8221;TemkM8KSLRM&#8221; source=&#8221;youtube&#8221; width=&#8221;425&#8243; height=&#8221;344&#8243; autoplay=&#8221;no&#8221;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2012/07/BIP-Small.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-2012" title="BIP-Small" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2012/07/BIP-Small-252x300.png" alt="" width="252" height="300" /></a></p>
<h2 id="imPgTitle">História</h2>
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<p> Na década de 60 do século passado nasceu a BIP, uma micro empresa de carácter familiar que, ocupando um nicho do mercado completamente caduco e ultrapassado, criou um produto inovador e que, pela sua qualidade de fabrico e apresentação, conquistou a simpatia e a preferência dos consumidores. Trata-<wbr>se do balão de subir, mais conhecido pelo “balão de S. João” muito familiar na cidade do Porto mas também noutras cidades em que aquele Santo é festejado. </wbr></p>
<p><span id="more-2011"></span></p>
<p>Partindo de um desenho aerodinâmico, associado à criteriosa escolha de materiais, bem como a combinação de cores e formatos, rapidamente o balão BIP se impôs pela sua facilidade de lançamento e eficácia de desempenho.</p>
<p>Fomos pioneiros na introdução da mecha seca combustível que, depois de inflamada, aquece o balão e provoca a sua ascensão, destronando o arcaico processo de mecha preparada com desperdícios de algodão e embebida em petróleo que, para além de pouco prática e exequível, colocava em perigo o ambiente, nomeadamente no que se refere ao risco de incêndios. Deste modo, ficou assegurado que o balão cai quando a mecha se encontra completamente consumida, salvo os casos em que ele esbarra em qualquer obstáculo imprevisível, como cabos de electricidade, copas de árvores, varandas de prédios, podendo provocar o seu incendiamento e a sua destruição, controlando-<wbr>se adequadamente os possíveis perigos ou danos que poderia provocar. Introduzimos a costura/colagem mecânica dos gomos do balão que antes era efectuada de modo imperfeito e manualmente, melhorando de modo significativo quer a beleza e acabamento, quer a eficácia e resistência da mesma.</wbr></p>
<p>Perseguindo sempre o objectivo da satisfação total do cliente, apostamos constantemente na melhoria da marca, tanto nos processos de fabrico, como no apertado controlo de qualidade. Assim, podemos garantir ao consumidor um produto fiável e de inteira confiança.</p>
<p>Os balões BIP, após a sua aparição no mercado nacional, foram alvo de imitações, algumas delas com algum sucesso, mas que ficaram sempre aquém das expectativas do consumidor, por se verificar que a sua eficácia se colocava num patamar inferior de desempenho, pela ignorância total do processo de fabrico, pela escolha de materiais de qualidade menor e pela incompleta perfeição final.</p>
<p>Hoje, quem conhece a marca BIP não procura outro produto, a não ser que não o encontre. Reconhecendo dificuldade em responder às enormes solicitações do mercado comercial, a BIP insiste em impor-<wbr>se como referência de marca de confiança e em alargar o seu domínio na praça portuguesa, apostando no aumento de produção sempre atenta ao conceito de qualidade e perfeição.</wbr></p>
<p>Actualmente, os balões BIP, para além da festejada noite de S. João, são muito apreciados em todo o tipo de eventos: aniversários, festas de empresas, fins de ano, celebrações de todo o género, festejos em praias… Nos anos 80, por iniciativa de um programa da Rádio Renascença, foram oferecidos aos seus ouvintes centenas de balões que os deitaram no antigo campo do Lima 5, após o lançamento de um balão gigante, confeccionado de encomenda e em exclusivo para o evento e que media mais de seis metros de altura e oito de perímetro. Este acontecimento foi notícia no extinto jornal “O 1.º de Janeiro”, na sua edição de 24 de Junho de 1982, com o título “Balão de S. João, o fogo dos pobres”. Foi um momento alto da afirmação da marca BIP e, para muitos dos que estiveram presentes naquele local, uma recordação indelével de um acontecimento único dos festejos sanjoaninos: a ascensão das centenas de balões, todos lançados naquele espaço e naqueles momentos, formaram no céu do Porto uma autêntica constelação de estrelas que muito contribuiu para abrilhantar esta noite única da cidade.</p>
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		<title>O Balão de San Filippo &#8211; Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 22:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Em todo lugar que tem a tradição dos balões de papel ela esta ligada a religiosidade, só no Brasil querem, a força, retirar da nossa cultura os balões dos santos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Em nome da ecologia fazem um discurso hipócrita sobre os balões, tudo politicamente correto, mas quando o interesse financeiro fala mais alto, tudo muda, os relatórios de impacto ambiental são deixados de lado para o discurso do desenvolvimento e ampliação do emprego. E a nossa cultura! Qual o valor da nossa cultura? Pois é, mensurar esse valor de maneira que justifique os riscos precisaríamos achar o caminho do dinheiro. O balão movimenta as indústrias de papel, fio de algodão, fitas adesivas, cola acrílica e pode alavancar o turismo da nossa cidade. A cidade de Betanzos na Espanha faz sua festa de São Roque, padroeiro da cidade, movimentando milhares de Euros, veio a se tornar festa de interesse turístico nacional e o ponto alto da festa é a soltura do maior balão da Europa – O globo de Betanzos com seus 25 m de altura. A festa de São João na cidade do Porto – Portugal chegam a soltar mais de 3.000 balões de pequeno porte e temos depoimentos de bombeiros da brigada que nunca aconteceu incêndio provocado por balão, a festa movimenta o comércio e o turismo da cidade. Camara municipal do Porto &#8211; Portugal e depoimento do bombeiro Precisamos de governantes de mentes abertas, sem preconceitos e intolerância para garantir essa cultura popular tão enraizada entre a nossa população.]]></description>
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<p>Em todo lugar que tem a tradição dos balões de papel ela esta ligada a religiosidade, só no Brasil querem, a força, retirar da nossa cultura os balões dos santos: Santo Antônio, São João e São Pedro.</p>



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<p>Em nome da ecologia fazem um discurso hipócrita sobre os balões, tudo politicamente correto, mas quando o interesse financeiro fala mais alto, tudo muda, os relatórios de impacto ambiental são deixados de lado para o discurso do desenvolvimento e ampliação do emprego.</p>



<p>E a nossa cultura! Qual o valor da nossa cultura? Pois é, mensurar esse valor de maneira que justifique os riscos precisaríamos achar o caminho do dinheiro. O balão movimenta as indústrias de papel, fio de algodão, fitas adesivas, cola acrílica e pode alavancar o turismo da nossa cidade. A cidade de Betanzos na Espanha faz sua festa de São Roque, padroeiro da cidade, movimentando milhares de Euros, veio a se tornar festa de interesse turístico nacional e o ponto alto da festa é a soltura do maior balão da Europa – O globo de Betanzos com seus 25 m de altura.</p>



<p>A festa de São João na cidade do Porto – Portugal chegam a soltar mais de 3.000 balões de pequeno porte e temos depoimentos de bombeiros da brigada que nunca aconteceu incêndio provocado por balão, a festa movimenta o comércio e o turismo da cidade.</p>



<p><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Camara-municipal-do-Porto-Portugal-e-depoimento-do-bombeiro.zip">Camara municipal do Porto &#8211; Portugal e depoimento do bombeiro</a></p>



<p>Precisamos de governantes de mentes abertas, sem preconceitos e intolerância para garantir essa cultura popular tão enraizada entre a nossa população.</p>
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		<title>O Balão de Santa Celestina 2011 &#8211; Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 21:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O balão de Santa Celestina é um balão de papel e alimentado apenas por ar quente que é lançado todos os anos no dia  08 de setembro em San Marcello Pistoiese por ocasião do aniversário de São Celestina, padroeira de Pistoia montanhas. História do Balonismo Em 1832, o Thomas irmãos e Bartolomeu Cini fazer uma viagem para França e Suíça e a oportunidade de conhecer o filho Joseph Montgolfier Annonay, Elias, nasceu e foi a partir daquele momento uma amizade é uma relação comercial. Visitar um alternativo em 1835, os hóspedes de Elias Família Cini Montgolfier deu à família a fórmula para os balões papel de ar quente e provavelmente também alguns desenhos de como construi-los.A data do primeiro de São Celestino foi enviada entre 1836 e 1838 data provável de 1838, foi feita uma grande festa em honra da família Cini para a medalha de ouro na &#8220;Primeira exposição de produtos de fabricação da Toscana&#8221; e a restauração da procissão solene que não tinham sido feitas desde 1731 e jogou pela primeira vez a banda foi formada em San Marcello e conduzida por John Reitor, as cores eram já três Verde Branco e Tinto (não verticalmente, mas horizontalmente), o mesmo Bandeira da Guarda Cívica, que era o Comandante Bartolomeu Cini. Mesmo assim, no meio ao longo de sua circunferência inteira do balão era cravejado de estrelas, um símbolo que está localizado acima do brasão de armas de História da Família Cini .- O primeiro construtor, Benigni, chefe da &#8220;manifattori&#8221; fábrica de papel Cini de Lima (PT ), depois dele, Claudio Salvetti, por cerca de 40 anos, em seguida, seu filho Mario. O balão foi inflado por trás o velho palácio-Cartola Cini, disse que o lugar foi feito em debulha forjado antiga Fazenda Cini (este edifício foi demolido em 1960) manteve ancorado, e segurou corda pendurada anexado a outro entre dois telhados, uma corda que, quando o envelope é inflado (com panos embebidos em álcool e óleo) para o ponto em que todo o trabalho é puxado, a corda 64 m de comprimento, que foi guardada pela &#8220;Companhia das SS&#8221; foi cortada com uma foice pela Família Cini Fator .&#8211;1911-não obriga o balão tradicional, mas muito pequena. Era chamado de &#8220;balão de sarna,&#8221; porque era uma epidemia de tifo no lugar e foi proibida qualquer forma de assembramento.-1915-1920 &#8211; o balão não é enviado por causa da guerra e depois pela crise economica.-1926-quando o balão é trazido para o centro dell&#8217;piazza pega fogo mesmo antes do lançamento (o dizendo que se o balão não cruza a Campanile trazer infelicidade foi escrito em um jornal nos anos 80 por um jornalista local). -1939 &#8211; Último lançamento antes da guerra, imediatamente após o balão é derrubado fora e pegou fogo quando ele estava a altura dos telhados das casas, a praça estava muito assustada, mas nenhum dano. -1953 &#8211; O balão retorna após uma ausência de 14 anos, construída pela primeira vez em dois Sammarcellini &#8220;Fenzo Guerrini e Medini Enio&#8221; .- Desde o primeiro lançamento, a tradição diz que se o balão passar por cima da torre do sino será um ano de sorte para a montanha inteira, e não de outra forma, como o balão chega, o melhor ano da vinda. Após o primeiro lançamento dos irmãos Montgolfier feita por 04 de junho de 1783, a idéia de lançar um balão também incentivou San Marcello, além disso, a partir da sala de estar do Montgolfier aconteceu com os 700 para a família Cini. Ambos os proprietários de uma fábrica, após a visita, as duas famílias e intensificar a troca de cartas em 08 de setembro de 1854, é o primeiro lançamento da praça da cidade. O design é cuidado pelos Montgolfier, a mente é a realização pelos trabalhadores da fábrica de Cini La Lima. No primeiro ano é caracterizado por branco e azul eo brasão de armas Cini, com a unificação da Itália se torna tricolor e nos anos do fascismo assume o fasces. Durante a Segunda Guerra Mundial, o lançamento do balão vai parar e os últimos pré-guerra lançado em 1939, tem lugar em um dia de muito vento, muito para acendê-lo: mau presságio. O lançamento do balão retomada em 1953: a partir deste momento, com raras exceções, o balão vai manter a sua bandeira forma. Desde 2004, o balão é lançado sem uma chama a bordo alimentado apenas por ar quente. O balão é feito de 24 de cunhas de papel colado em branco, vermelho e verde de babados tricolor e azul. Fica a 15 metros de altura com uma circunferência de 30 metros com um volume total de 450 metros cúbicos e pesa cerca de 100 kg. Hoje é alimentado apenas por ar quente é soprado para o balão antes do lançamento. No curso de sua história foi alimentada por uma  tocha embebida em óleo e depois por combustível sólido (meta). [vsw id=&#8221;XReU3La07Ys&#8221; source=&#8221;youtube&#8221; width=&#8221;425&#8243; height=&#8221;344&#8243; autoplay=&#8221;no&#8221;] [vsw id=&#8221;nPj173-1A8c&#38;feature=related&#8221; source=&#8221;youtube&#8221; width=&#8221;425&#8243; height=&#8221;344&#8243; autoplay=&#8221;no&#8221;] [vsw id=&#8221;_AqbEmSKY8w&#38;feature=related&#8221; source=&#8221;youtube&#8221; width=&#8221;425&#8243; height=&#8221;344&#8243; autoplay=&#8221;no&#8221;] A história de balões de papel O segundo país (depois França), onde fomos o primeiro vôo aerostáticos foi a Itália. Prof Landriana percebeu as primeiras experiências em 1783, em sua villa em Monza. O pensamento de ser capaz de fazer um carro mais leve que o ar na última coroar o desejo milenar do homem de voar na imensidão do céu, ele vai desenvolver muito rapidamente que o aerostáticos fenômeno italiano. Também viu o espetáculo do objeto em questão muitos na Itália o pensamento de usar o balão com o objetivo de animar festas e comemorações em geral. No século XIX, muitos fabricantes de balões, animada das festas com o lançamento espetacular de balões pequenos. A maior contribuição veio da paixão demonstrada através de muitos anos de trabalho pelo Pai barnabita Raffaele Martino. De que a publicação póstuma em 1906 de um manual sobre a arte de fazer os balões de papel. Este livro tem dado um contributo significativo para a arte e foi creditado com um grande]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Pallone_santa_celestina.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1519" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Pallone_santa_celestina-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>O balão de Santa Celestina é um balão de papel e alimentado apenas por ar quente que é lançado todos os anos no dia  08 de setembro em San Marcello Pistoiese por ocasião do aniversário de São Celestina, padroeira de Pistoia montanhas.</p>
<p><span id="more-1509"></span></p>
<p>História do Balonismo Em 1832, o Thomas irmãos e Bartolomeu Cini fazer uma viagem para França e Suíça e a oportunidade de conhecer o filho Joseph Montgolfier Annonay, Elias, nasceu e foi a partir daquele momento uma amizade é uma relação comercial. Visitar um alternativo em 1835, os hóspedes de Elias Família Cini Montgolfier deu à família a fórmula para os balões papel de ar quente e provavelmente também alguns desenhos de como construi-los.A data do primeiro de São Celestino foi enviada entre 1836 e 1838 data provável de 1838, foi feita uma grande festa em honra da família Cini para a medalha de ouro na &#8220;Primeira exposição de produtos de fabricação da Toscana&#8221; e a restauração da procissão solene que não tinham sido feitas desde 1731 e jogou pela primeira vez a banda foi formada em San Marcello e conduzida por John Reitor, as cores eram já três Verde Branco e Tinto (não verticalmente, mas horizontalmente), o mesmo Bandeira da Guarda Cívica, que era o Comandante Bartolomeu Cini. Mesmo assim, no meio ao longo de sua circunferência inteira do balão era cravejado de estrelas, um símbolo que está localizado acima do brasão de armas de História da Família Cini .- O primeiro construtor, Benigni, chefe da &#8220;manifattori&#8221; fábrica de papel Cini de Lima (PT ), depois dele, Claudio Salvetti, por cerca de 40 anos, em seguida, seu filho Mario. O balão foi inflado por trás o velho palácio-Cartola Cini, disse que o lugar foi feito em debulha forjado antiga Fazenda Cini (este edifício foi demolido em 1960) manteve ancorado, e segurou corda pendurada anexado a outro entre dois telhados, uma corda que, quando o envelope é inflado (com panos embebidos em álcool e óleo) para o ponto em que todo o trabalho é puxado, a corda 64 m de comprimento, que foi guardada pela &#8220;Companhia das SS&#8221; foi cortada com uma foice pela Família Cini Fator .&#8211;1911-não obriga o balão tradicional, mas muito pequena. Era chamado de &#8220;balão de sarna,&#8221; porque era uma epidemia de tifo no lugar e foi proibida qualquer forma de assembramento.-1915-1920 &#8211; o balão não é enviado por causa da guerra e depois pela crise economica.-1926-quando o balão é trazido para o centro dell&#8217;piazza pega fogo mesmo antes do lançamento (o dizendo que se o balão não cruza a Campanile trazer infelicidade foi escrito em um jornal nos anos 80 por um jornalista local). -1939 &#8211; Último lançamento antes da guerra, imediatamente após o balão é derrubado fora e pegou fogo quando ele estava a altura dos telhados das casas, a praça estava muito assustada, mas nenhum dano. -1953 &#8211; O balão retorna após uma ausência de 14 anos, construída pela primeira vez em dois Sammarcellini &#8220;Fenzo Guerrini e Medini Enio&#8221; .-</p>
<p><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/800px-Lancio_Pallone_di_Santa_Celestina_2011.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1512" title="800px-Lancio_Pallone_di_Santa_Celestina_2011" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/800px-Lancio_Pallone_di_Santa_Celestina_2011-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/In-alto.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1517" title="In-alto" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/In-alto-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Desde o primeiro lançamento, a tradição diz que se o balão passar por cima da torre do sino será um ano de sorte para a montanha inteira, e não de outra forma, como o balão chega, o melhor ano da vinda. Após o primeiro lançamento dos irmãos Montgolfier feita por 04 de junho de 1783, a idéia de lançar um balão também incentivou San Marcello, além disso, a partir da sala de estar do Montgolfier aconteceu com os 700 para a família Cini. Ambos os proprietários de uma fábrica, após a visita, as duas famílias e intensificar a troca de cartas em 08 de setembro de 1854, é o primeiro lançamento da praça da cidade. O design é cuidado pelos Montgolfier, a mente é a realização pelos trabalhadores da fábrica de Cini La Lima. No primeiro ano é caracterizado por branco e azul eo brasão de armas Cini, com a unificação da Itália se torna tricolor e nos anos do fascismo assume o fasces. Durante a Segunda Guerra Mundial, o lançamento do balão vai parar e os últimos pré-guerra lançado em 1939, tem lugar em um dia de muito vento, muito para acendê-lo: mau presságio. O lançamento do balão retomada em 1953: a partir deste momento, com raras exceções, o balão vai manter a sua bandeira forma. Desde 2004, o balão é lançado sem uma chama a bordo alimentado apenas por ar quente.</p>
<p><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Anche-Palloncini.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1513" title="Anche-Palloncini" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Anche-Palloncini-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O balão é feito de 24 de cunhas de papel colado em branco, vermelho e verde de babados tricolor e azul. Fica a 15 metros de altura com uma circunferência de 30 metros com um volume total de 450 metros cúbicos e pesa cerca de 100 kg. Hoje é alimentado apenas por ar quente é soprado para o balão antes do lançamento. No curso de sua história foi alimentada por uma  tocha embebida em óleo e depois por combustível sólido (meta).</p>
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<p>A história de balões de papel</p>
<p>O segundo país (depois França), onde fomos o primeiro vôo aerostáticos foi a Itália. Prof Landriana percebeu as primeiras experiências em 1783, em sua villa em Monza. O pensamento de ser capaz de fazer um carro mais leve que o ar na última coroar o desejo milenar do homem de voar na imensidão do céu, ele vai desenvolver muito rapidamente que o aerostáticos fenômeno italiano. Também viu o espetáculo do objeto em questão muitos na Itália o pensamento de usar o balão com o objetivo de animar festas e comemorações em geral. No século XIX, muitos fabricantes de balões, animada das festas com o lançamento espetacular de balões pequenos. A maior contribuição veio da paixão demonstrada através de muitos anos de trabalho pelo Pai barnabita Raffaele Martino.</p>
<p><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/A-arte-de-construir-bal%C3%B5es-de-papel-na-It%C3%A1lia.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1514" title="A arte de construir balões de papel na Itália" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/12/A-arte-de-construir-bal%C3%B5es-de-papel-na-It%C3%A1lia-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" /></a></p>
<p>De que a publicação póstuma em 1906 de um manual sobre a arte de fazer os balões de papel. Este livro tem dado um contributo significativo para a arte e foi creditado com um grande desenvolvimento de todo o território nacional. Ele atingiu o auge desse desenvolvimento entre os vinte e os quarenta anos deste século, então, principalmente por causa de vários incidentes, em muitos casos o trabalho de equivocada, eo obstáculo que causou começou a navegação aérea a proibição saltos por toda a Itália.</p>
<p>Atualmente, a arte dos balão sobreviveu e está viva em: CIVITELLA DE Tronto (TE), Ventotene (LT), Pacentro (AQ), San Marcello (PT), MONTEMERANO (GR), Castelplanio (AN), Blera (VT) , Papiano (PG), Elia Castel Sant &#8216;(VT), Acquaviva delle Fonti (BA) Turan (RI), até alguns anos atrás neste (bonita vila de Sabina) que estavam voando durante as férias em Agosto / Setembro , com 5 bolas .. Com a formação da AIR, que ocorreu em 1994, após inúmeros contatos destes territórios deu a necessidade de preservar da extinção desta arte fascinante de construção. Os ancestrais de alguns de nossos membros estão entre os primeiros fabricantes italianos de balões. Em San Marcello, houve contactos no fim dos 700 de uma família local (donos de uma fábrica) e, atualmente, o balão Montgolfier irmãos lança novamente em 08 de setembro em St. Celestina. Acquaviva delle Fonti em está longe de 1848, que é lançado a cada ano a bola tradicional dedicado à Virgem Maria protetora de Constantinopla.</p>
<p>Durante o festival o primeiro domingo de Setembro, dedicada ao Santo António e São Donato, afastar-se do centro da cidade de balões coloridos preparados à mão.</p>
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		<title>Entrevista SAB ao blog LetrasEEARtes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 21:08:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No início deste semestre, os alunos da segunda série, especificamente os que compõem a Turma Alfa, foram convidados por seu professor, Marcelo Menezes, a refletir sobre a seguinte questão: os balões juninos são apenas um traço da cultura nacional e, portanto, deveriam ser preservados, ou são uma atividade que põe em risco a sociedade, devendo por isso continuar sendo criminalizada? Após intenso debate, todos foram convidados a produzir suas dissertações, e o resultado pode ser visto clicando-se na coluna ali ao lado ou no link: http://letraseeartes.blogspot.com/search/label/Bal%C3%B5es%3A%20patrim%C3%B4nio%20cultural%20ou%20crime%20ambiental%3F Só que o LetrasEEARtes foi mais além e convidou Marcos Jorge de Assis Real, 46 anos, empresário e Diretor Presidente da Socieade Amigos do Balão (SAB), sediada no Rio de Janeiro, no Encantado, para uma entrevista na coluna: Entre Vistas bastante esclarecedora. A SAB defende a ideia de que é possível manter essa tradição viva de forma sustentável, ecológica e adequadamente enquadrada na Lei 9.605/98, que prescreve ser crime ambiental fabricar, vender e soltar balões que possam causar incêndios, crime passível de ser punido com até três anos de detenção. Os balões soltos pela SAB não têm bucha incandescente e se sustentam no ar apenas com o calor do sol. Leia a entrevista na íntegra e tire suas conclusões em http://letraseeartes.blogspot.com/search/label/Entre%20Vistas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início deste semestre, os alunos da segunda série, especificamente os que compõem a Turma Alfa, foram convidados por seu professor, Marcelo Menezes, a refletir sobre a seguinte questão: os balões juninos são apenas um traço da cultura nacional e, portanto, deveriam ser preservados, ou são uma atividade que põe em risco a sociedade, devendo por isso continuar sendo criminalizada? Após intenso debate, todos foram convidados a produzir suas dissertações, e o resultado pode ser visto clicando-se na coluna ali ao lado ou no link: <a href="http://letraseeartes.blogspot.com/search/label/Bal%C3%B5es%3A%20patrim%C3%B4nio%20cultural%20ou%20crime%20ambiental%3F" target="_blank" rel="noopener">http://letraseeartes.blogspot.com/search/label/Bal%C3%B5es%3A%20patrim%C3%B4nio%20cultural%20ou%20crime%20ambiental%3F</a></p>
<p>Só que o LetrasEEARtes foi mais além e convidou Marcos Jorge de Assis Real, 46 anos, empresário e Diretor Presidente da Socieade Amigos do Balão (SAB), sediada no Rio de Janeiro, no Encantado, para uma entrevista na coluna: Entre Vistas bastante esclarecedora.</p>
<p>A SAB defende a ideia de que é possível manter essa tradição viva de forma sustentável, ecológica e adequadamente enquadrada na Lei 9.605/98, que prescreve ser crime ambiental fabricar, vender e soltar balões que possam causar incêndios, crime passível de ser punido com até três anos de detenção. Os balões soltos pela SAB não têm bucha incandescente e se sustentam no ar apenas com o calor do sol. Leia a entrevista na íntegra e tire suas conclusões em <a href="http://letraseeartes.blogspot.com/search/label/Entre%20Vistas" target="_blank" rel="noopener">http://letraseeartes.blogspot.com/search/label/Entre%20Vistas</a></p>
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		<title>Martinho da Vila &#8211; Amigo do Balão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 17:16:14 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/06/Coluna-Martinho-da-Vila.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-751" title="Coluna - Martinho da Vila" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/06/Coluna-Martinho-da-Vila.jpg" alt="" width="580" height="447" /></a><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/06/Coluna-Martinho-da-Vila.jpg" target="_blank" rel="noopener"></a></p>
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		<title>Balão Livre!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 01:48:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[BALÃO LIVRE!!! 26 de maio de 2001, o dia em que os baloeiros conquistaram O DIREITO DE SOLTAR BALÃO. A Sociedade Amigos do Balão agradece ao EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO PAULO RAMOS, PDT/RJ, POR ESSA EXCEPCIONAL CONQUISTA. PROPOSTA DO DEPUTADO PAULO RAMOS, PDT/RJ, DANDO CONTINUIDADE À AUDIÊNCIA PÚBLICA, PROMOVIDA PELA COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E ASSUNTOS DE POLÍCIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, ALERJ. 1ª. PROVA DE CAMPO Relatório foi realizado a soltura de balão junino propulsado por fonte térmica (bucha) auto-extinguível, em 26 de maio de 2001. O objetivo dessa prova foi demonstrar a prática consolidada pela experiência acumulada ao longo de mais de 300 anos, da tradição do folclore das festas juninas, do domínio sobre a arte do balão junino provido de fonte de propulsão (bucha) que apaga antes da descida ou queda do balão &#8211; princípio da bucha do balão japonês, universalmente conhecido como &#8220;o balão que se apaga no alto&#8221;, ou seja, o balão junino que &#8220;não causa incêndio&#8221;. O balão subiu da rua henrique sheid, campo de futebol, no engenho de dentro, rio de janeiro; solto das guias às 08:00h; à altura aproximada de 500m seguiu no sentido norte sul, atingindo a orla &#8211; zona sul; à altura de 1.500m, rumou no sentido suleste, descendo, às 11:30h, sobre as águas do mar de maricá, à mais de 2.000m da praia; permaneceu, portanto, 210min, em vôo solto; durante o percurso foi acompanhado por terra, em observação direta visual. A combustão da bucha foi de 120min. O ato público foi assistido pelo exmº. Senhor deputado paulo ramos e exmº. Senhor brigadeiro do ar ercio braga, dd presidente do clube de aeronáutica e mais de 200 pessoas, apreciadoras da arte do balão junino. Sucesso pleno! Liberdade!!! PROJETO: BALÃO JUNINO DE FONTE TÉRMICA AUTO-EXTINGUÍVEL 1ª. PROVA DE CAMPO FICHA TÉCNICA. Balão: Modelo tangerina, cone superior fechado em forma de ângulo agudo; abertura inferior circular, 0,90m de diâmetro; confecção em papel seda, austríaco; cores verde, amarelo, azul e branco, preto na divisória das bandeiras da decoração de bojo. Estrutura: cintamento vertical e horizontal, fio vegetal, p/reforço da resistência do material. Tamanho: 10,00m esticado e 7,50m, inflado. Molde: 34 gomos, com 0,56m no ponto mais largo do gomo. Peso: 3kg. Boca: Aro de alumínio, seção cilíndrica, com isolante; 0,90m de diâmetro e 4 pontos para conexão de borboleta; base da bucha tipo aranha, 4 pernas de fibra de alumínio, p/conexão. Peso: 1kg. Bandeira: do BRASIL, largura:10,00m, altura:14,00m; confecção em papel seda. Estrutura: cintamento vertical e horizontal, fio vegetal. Cabresto: Armação de flecha para ligar a bandeira à boca e tirantes: altura de 18,00m. Sinalizadores: Discos (CD) metálicos presos nos tirantes, para detecção de radar:10 e, tipo carambola: 2. Peso: 5kg. Fonte térmica auto-extinguível (bucha), princípio da bucha do &#8220;balão japonês&#8221;: Composição: algodão hidrófilo ou de farmácia e 10% de parafina (mineral)+ 90% de sebo (animal); Peso: 2kg.. Condições de tempo: Céu claro, sem vento, na camada baixa do solo. Outros dados: Local da soltura: terreno do campo da rua Henrique Sheid, Engenho de Dentro, RJ; dia da soltura, 26 de maio de 2001, hora da soltura, entre 6:00h às 7:00h; altura do conjunto, 40m; tempo de combustão total da bucha, aproximadamente 120min; autonomia de vôo solto, aproximadamente 150min à 180min; altura média prevista, 1.000m. Peso total, 11kg. Evento conseqüente da 3ª. AUDIÊNCIA PÚBLICA, realizada na ALERJ, no dia 31 DE AGOSTO DE 2001, sobre o tema: &#8220;O balão junino e suas conseqüências&#8221;, sob a presidência do Exmo. Deputado PAULO RAMOS, PDT. 3ª. PROVA DE CAMPO FICHA TÉCNICA &#8211; Balão. Modelo RALLY, 24 gomos, confeccionado em papel 2ª. Via (30g), com decoração em pintura, nas cores preto, sulferino e laranja. Tamanho: 7,91m, esticado e 5,40m,inflado. Abertura do cone inferior, para conexão da boca: 0,728m de diâmetro. Segurança do balão. Cintamento vertical: fio vegetal (fibra de rami) de 3 fios, nos 24 gomos. Cintamento horizontal: 8 cintas de fio vegetal (fibra de rami) de 3 fios (união de partes). Dispositivo para fixação da bucha. Aro de fibra de carbono de 0,728m de diâmetro e mesa para apoio da bucha, tipo aranha, com 6 hastes de fibra de carbono, para conexão ao aro. Peso: 3,600kg. Lastro. Puxada de boca: 6 cadarços (fio de algodão), com 1,50m, convergente em nó, para ser ligado ao cabresto da antena. Puxada de antena: 18 fitilhos de plástico, a partir do nó, de 12,00m de altura, ligados à antena. Antena: montada em flecha de ubá, com extensão de 9,00m, trançada com fitilho plástico, para sustentação da bandeira. Bandeira (painel): 8,00m de largura por 8,00m de altura, confecção em papel seda. Estrutura: cintamento vertical e cintamento horizontal, fio vegetal. Peso: 2,500kg. Fonte térmica auto-extinguível (bucha), princípio da bucha do &#8220;balão japonês&#8221;. Composição: papel higiênico embebido em parafina. Peso: 1,200kg. Tempo de combustão total da bucha: aproximadamente 80min. Altura do conjunto: 26,90m. Autonomia do vôo solto: aproximadamente, de 150min à 180min. Altura média prevista: 500m a 1.000m. Peso total: 7,300kg Outros dados: Local da soltura: terreno do campo do CAIM, Arsenal, São Gonçalo, Rio de Janeiro. Dia da soltura, 14 de outubro de 2001. Hora da soltura, entre 6:30h às 7:30h. Condições de tempo: Céu claro, sem vento, na camada baixa do solo. Nossa voz:&#160; www.sabrio.org.br A Sociedade Amigos do Balão agradece ao EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO PAULO RAMOS, PDT/RJ, por essa excepcional conquista. Proposta do Deputado PAULO RAMOS, PDT, em continuação às AUDIÊNCIAS PÚBLICAS, sobre “O BALÃO JUNINO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS”, realizadas na ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, ALERJ. 3ª. PROVA DE CAMPO RELATÓRIO Em 14 de outubro de 2001, subiu o 3º. “balão junino”, de ar quente derivado de FONTE TÉRMICA (BUCHA) AUTO-EXTINGUÍVEL. O objetivo dessa prova foi demonstrar a prática consolidada pela experiência acumulada ao longo de mais de 300 anos, da tradição do folclore das FESTAS JUNINAS, do domínio sobre a arte do “balão junino” provido de fonte térmica(BUCHA) que apaga antes da descida&#160; ou queda do balão &#8211; PRINCÍPIO DA BUCHA DO BALÃO JAPONÊS, universalmente conhecido como o &#8220;BALÃO QUE]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>BALÃO LIVRE!!! 26 de maio de 2001, o dia em que os baloeiros conquistaram O DIREITO DE SOLTAR BALÃO. A Sociedade Amigos do Balão agradece ao EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO PAULO RAMOS, PDT/RJ, POR ESSA EXCEPCIONAL CONQUISTA. PROPOSTA DO DEPUTADO PAULO RAMOS, PDT/RJ, DANDO CONTINUIDADE À AUDIÊNCIA PÚBLICA, PROMOVIDA PELA COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E ASSUNTOS DE POLÍCIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, ALERJ.</p>
<p><span id="more-399"></span><strong>1ª. PROVA DE CAMPO</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="ngg-singlepic ngg-none alignleft" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/gallery/fotos-de-baloes/prova1a.jpg" alt="prova1a" width="135" height="199">Relatório foi realizado a soltura de balão junino propulsado por fonte térmica (bucha) auto-extinguível, em 26 de maio de 2001. O objetivo dessa prova foi demonstrar a prática consolidada pela experiência acumulada ao longo de mais de 300 anos, da tradição do folclore das festas juninas, do domínio sobre a arte do balão junino provido de fonte de propulsão (bucha) que apaga antes da descida ou queda do balão &#8211; princípio da bucha do balão japonês, universalmente conhecido como &#8220;o balão que se apaga no alto&#8221;, ou seja, o balão junino que &#8220;não causa incêndio&#8221;. O balão subiu da rua henrique sheid, campo de futebol, no engenho de dentro, rio de janeiro; solto das guias às 08:00h; à altura aproximada de 500m seguiu no sentido norte sul, atingindo a orla &#8211; zona sul; à altura de 1.500m, rumou no sentido suleste, descendo, às 11:30h, sobre as águas do mar de maricá, à mais de 2.000m da praia; permaneceu, portanto, 210min, em vôo solto; durante o percurso foi acompanhado por terra, em observação direta visual. A combustão da bucha foi de 120min. O ato público foi assistido pelo exmº. Senhor deputado paulo ramos e exmº. Senhor brigadeiro do ar ercio braga, dd presidente do clube de aeronáutica e mais de 200 pessoas, apreciadoras da arte do balão junino. Sucesso pleno! Liberdade!!!</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROJETO: BALÃO JUNINO DE FONTE TÉRMICA AUTO-EXTINGUÍVEL</strong></span></p>
<p><strong>1ª. PROVA DE CAMPO</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="ngg-singlepic ngg-right alignright" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/gallery/fotos-de-baloes/prova1.jpg" alt="prova1" width="141" height="223">FICHA TÉCNICA. Balão: Modelo tangerina, cone superior fechado em forma de ângulo agudo; abertura inferior circular, 0,90m de diâmetro; confecção em papel seda, austríaco; cores verde, amarelo, azul e branco, preto na divisória das bandeiras da decoração de bojo. Estrutura: cintamento vertical e horizontal, fio vegetal, p/reforço da resistência do material. Tamanho: 10,00m esticado e 7,50m, inflado. Molde: 34 gomos, com 0,56m no ponto mais largo do gomo. Peso: 3kg. Boca: Aro de alumínio, seção cilíndrica, com isolante; 0,90m de diâmetro e 4 pontos para conexão de borboleta; base da bucha tipo aranha, 4 pernas de fibra de alumínio, p/conexão. Peso: 1kg. Bandeira: do BRASIL, largura:10,00m, altura:14,00m; confecção em papel seda. Estrutura: cintamento vertical e horizontal, fio vegetal. Cabresto: Armação de flecha para ligar a bandeira à boca e tirantes: altura de 18,00m. Sinalizadores: Discos (CD) metálicos presos nos tirantes, para detecção de radar:10 e, tipo carambola: 2. Peso: 5kg. Fonte térmica auto-extinguível (bucha), princípio da bucha do &#8220;balão japonês&#8221;: Composição: algodão hidrófilo ou de farmácia e 10% de parafina (mineral)+ 90% de sebo (animal); Peso: 2kg.. Condições de tempo: Céu claro, sem vento, na camada baixa do solo. Outros dados: Local da soltura: terreno do campo da rua Henrique Sheid, Engenho de Dentro, RJ; dia da soltura, 26 de maio de 2001, hora da soltura, entre 6:00h às 7:00h; altura do conjunto, 40m; tempo de combustão total da bucha, aproximadamente 120min; autonomia de vôo solto, aproximadamente 150min à 180min; altura média prevista, 1.000m. Peso total, 11kg.</p>
<p>Evento conseqüente da 3ª. AUDIÊNCIA PÚBLICA, realizada na ALERJ, no dia 31 DE AGOSTO DE 2001, sobre o tema: &#8220;O balão junino e suas conseqüências&#8221;, sob a presidência do Exmo. Deputado PAULO RAMOS, PDT.</p>
<p><strong>3ª. PROVA DE CAMPO</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="ngg-singlepic ngg-none alignleft" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/gallery/fotos-de-baloes/prova2q.jpg" alt="prova2q" width="136" height="209">FICHA TÉCNICA &#8211; Balão. Modelo RALLY, 24 gomos, confeccionado em papel 2ª. Via (30g), com decoração em pintura, nas cores preto, sulferino e laranja. Tamanho: 7,91m, esticado e 5,40m,inflado. Abertura do cone inferior, para conexão da boca: 0,728m de diâmetro. Segurança do balão. Cintamento vertical: fio vegetal (fibra de rami) de 3 fios, nos 24 gomos. Cintamento horizontal: 8 cintas de fio vegetal (fibra de rami) de 3 fios (união de partes). Dispositivo para fixação da bucha. Aro de fibra de carbono de 0,728m de diâmetro e mesa para apoio da bucha, tipo aranha, com 6 hastes de fibra de carbono, para conexão ao aro. Peso: 3,600kg. Lastro. Puxada de boca: 6 cadarços (fio de algodão), com 1,50m, convergente em nó, para ser ligado ao cabresto da antena. Puxada de antena: 18 fitilhos de plástico, a partir do nó, de 12,00m de altura, ligados à antena.<br />
Antena: montada em flecha de ubá, com extensão de 9,00m, trançada com fitilho plástico, para sustentação da bandeira. Bandeira (painel): 8,00m de largura por 8,00m de altura, confecção em papel seda. Estrutura: cintamento vertical e cintamento horizontal, fio vegetal. Peso: 2,500kg. Fonte térmica auto-extinguível (bucha), princípio da bucha do &#8220;balão japonês&#8221;. Composição: papel higiênico embebido em parafina. Peso: 1,200kg. Tempo de combustão total da bucha: aproximadamente 80min. Altura do conjunto: 26,90m. Autonomia do vôo solto: aproximadamente, de 150min à 180min. Altura média prevista: 500m a 1.000m. Peso total: 7,300kg Outros dados: Local da soltura: terreno do campo do CAIM, Arsenal, São Gonçalo, Rio de Janeiro. Dia da soltura, 14 de outubro de 2001. Hora da soltura, entre 6:30h às 7:30h. Condições de tempo: Céu claro, sem vento, na camada baixa do solo. Nossa voz:&nbsp; <a href="www.sabrio.org.br">www.sabrio.org.br</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="ngg-singlepic ngg-none alignright" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/gallery/fotos-de-baloes/prova2.jpg" alt="prova2" width="131" height="203">A Sociedade Amigos do Balão agradece ao EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO PAULO RAMOS, PDT/RJ, por essa excepcional conquista. Proposta do Deputado PAULO RAMOS, PDT, em continuação às AUDIÊNCIAS PÚBLICAS, sobre “O BALÃO JUNINO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS”, realizadas na ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, ALERJ. 3ª. PROVA DE CAMPO RELATÓRIO Em 14 de outubro de 2001, subiu o 3º. “balão junino”, de ar quente derivado de FONTE TÉRMICA (BUCHA) AUTO-EXTINGUÍVEL. O objetivo dessa prova foi demonstrar a prática consolidada pela experiência acumulada ao longo de mais de 300 anos, da tradição do folclore das FESTAS JUNINAS, do domínio sobre a arte do “balão junino” provido de fonte térmica(BUCHA) que apaga antes da descida&nbsp; ou queda do balão &#8211; PRINCÍPIO DA BUCHA DO BALÃO JAPONÊS, universalmente conhecido como o &#8220;BALÃO QUE SE APAGA NO ALTO&#8221;, ou seja, o “balão junino” que NÃO CAUSA INCÊNDIO. O balão “SONHO DE PAPEL” foi solto no campo do CAIM, ARSENAL, SÃO GONÇALO/NITERÓI, no RIO DE JANEIRO. Livre das guias, às 07:40h (hora de verão do Brasil), subiu suave, alcançando a distancia de 800m, na atmosfera da Terra; seguiu no sentido norte, permanecendo em vôo solto cerca de 110min. na altura aproximada de 1.200m. O balão caiu leve e apagado,&nbsp; na região do litoral do Município de Magé, ao fundo da Baía da Guanabara, às 09:50h; não foi apanhado. O balão permaneceu 130min. no ar. Durante o vôo, foi acompanhado através de observação direta visual. O tempo de combustão da fonte térmica (bucha) foi de 80min. Esse ato público, de sucesso pleno, foi assistido pelo EXMº. SENHOR DEPUTADO PAULO RAMOS E EXMº. SENHOR BRIGADEIRO DO AR ERCIO BRAGA, e mais de 50 pessoas, apreciadoras da arte do “balão junino”. LIBERDADE !!!</p>
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