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	<title>segurança &#8211; Sociedade Amigos do Balão</title>
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	<description>Movimento Nacional para a Descriminalização do Balão Junino</description>
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	<title>segurança &#8211; Sociedade Amigos do Balão</title>
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		<title>Balão junino e suas lanternas‏</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 13:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
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		<category><![CDATA[junino]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[24 de junho de 2011 – Nesse dia tão esperado no festejo junino fui convidado para a fogueira de um grande amigo, posso dizer grande, pois foi por causa do balão que essa amizade iniciou. Todo ano nesse dia é costume dele acender uma fogueira e comemorar com familiares e amigos mais próximos. Tudo muito agradável e característico de uma festa junina: os doces, salgados, a bebida e não poderia deixar de ter o ícone da festa, os balões japoneses, vários modelos entre 2 a 4 m. Representante de uma entidade que luta pelo balão que não causa incêndio, tive uma preocupação inicial, não com o balão em si, sabemos que caem apagados com as buchas auto-extinguíveis de algodão e parafina, mas em particular o tamanho das velas das lanternas me deixou em alerta. Aproximei-me das pessoas responsáveis e coloquei meu ponto de vista alertando que não adiantava o balão apagar no céu e as lanternas caírem acessas, alguns me deram razão, outros ignoraram a orientação de reduzir o tamanho de maneira que seu tempo de queima fosse menor. Pude perceber que na empolgação da festa fatores importantes de segurança são deixados de lado e para quem quer defender uma cultura com atributo de que é segura, confesso que precisamos mudar nossa cultura interna urgente para podermos convencer. No dia seguinte, 25/06/2011, fiquei pensando o que poderia fazer para começar uma campanha dentro do nosso meio para uma mudança de hábito, veio à noite e por volta das 23 hs subi para meu terraço e comecei a ver os balões que saíam da zona norte e viam em minha direção. Pude perceber que numa amostragem de oito balões, somente 01 caiu totalmente apagado, um pegou fogo por causa das lanternas e 06 caíram apagados mais com suas lanternas acessas. Essas velas tipo palito de 6,5 cm de comprimento e 6 mm de espessura são as ideais para balões de pequeno porte onde precisam apagar antes dos mesmos e garantir que não vão causar incêndios, assim estarão enquadrados na lei e poderemos afirmar que praticamos uma cultura com segurança. Estamos caminhando com os balões sem fogo na modalidade diurna, mas para noite precisamos avançar na conscientização dos baloeiros para que tenham a preocupação dos balões caírem apagados com o uso de buchas auto-extinguíveis e lanternas com velas de duração compatíveis com a autonomia de vôo de cada balão. Precisamos criar um procedimento com a vela adequada para balões de pequeno porte para os juninos que tanto defendemos. Fica o alerta e vamos passar a diante. SAB]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>24 de junho de 2011 –  Nesse dia tão esperado no festejo junino fui convidado para a fogueira  de um grande amigo, posso dizer grande, pois foi por causa do balão que  essa amizade iniciou. Todo ano nesse dia é costume dele acender uma  fogueira e comemorar com familiares e amigos mais próximos. Tudo muito  agradável e característico de uma festa junina: os doces, salgados, a  bebida e não poderia deixar de ter o ícone da festa, os balões  japoneses, vários modelos entre 2 a 4 m.<br />
<span id="more-762"></span><a href="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/06/Vela_Palito_Grd.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-765" title="Vela_Palito_Grd" src="http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/06/Vela_Palito_Grd.jpg" alt="" width="191" height="133" /></a></p>
<p>Representante  de uma entidade que luta pelo balão que não causa incêndio, tive uma  preocupação inicial, não com o balão em si, sabemos que caem apagados  com as buchas auto-extinguíveis de algodão e parafina, mas em particular  o tamanho das velas das lanternas me deixou em alerta. Aproximei-me das  pessoas responsáveis e coloquei meu ponto de vista alertando que não  adiantava o balão apagar no céu e as lanternas caírem acessas, alguns me  deram razão, outros ignoraram a orientação de reduzir o tamanho de  maneira que seu tempo de queima fosse menor. Pude perceber que na  empolgação da festa fatores importantes de segurança são deixados de  lado e para quem quer defender uma cultura com atributo de que é segura,  confesso que precisamos mudar nossa cultura interna urgente para  podermos convencer.</p>
<p>No  dia seguinte, 25/06/2011, fiquei pensando o que poderia fazer para  começar uma campanha dentro do nosso meio para uma mudança de hábito,  veio à noite e por volta das 23 hs subi para meu terraço e comecei a ver  os balões que saíam da zona norte e viam em minha direção. Pude  perceber que numa amostragem de oito balões, somente 01 caiu totalmente  apagado, um pegou fogo por causa das lanternas e 06 caíram apagados mais  com suas lanternas acessas.</p>
<p>Essas velas tipo  palito de 6,5 cm de comprimento e 6 mm de espessura são as ideais para  balões de pequeno porte onde precisam apagar antes dos mesmos e garantir  que não vão causar incêndios, assim estarão enquadrados na lei e  poderemos afirmar que praticamos uma cultura com segurança.</p>
<p>Estamos  caminhando com os balões sem fogo na modalidade diurna, mas para noite  precisamos avançar na conscientização dos baloeiros para que tenham a  preocupação dos balões caírem apagados com o uso de buchas  auto-extinguíveis e lanternas com velas de duração compatíveis com a  autonomia de vôo de cada balão.</p>
<p>Precisamos criar um procedimento com a vela adequada para balões de pequeno porte para os juninos que tanto defendemos.</p>
<p>Fica o alerta e vamos passar a diante.</p>
<p>SAB</p>
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		<title>Notícia Destaque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2011 01:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[concientização]]></category>
		<category><![CDATA[conquista]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[Prática de soltar balões pode deixar de ser crime! Atividade pode virar patrimônio cultural Vilão das festas juninas e principal suspeito em qualquer incêndio florestal, o balão de ar quente pode voltar aos céus do Rio de Janeiro se um projeto lei que tramita na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), for aprovado.. Além de regulamentar a atividade dos baloeiros, a proposição visa conscientizar a população de que há formas seguras de soltar balões sem prejudicar o meio ambiente, danificar a rede elétrica ou causar incêndios. – Hoje, o Brasil é o único país do mundo onde a soltura de balões é proibida – explica Marcos Real, presidente da Associação Amigos do Balão (AAB). – Em países como Portugal, México, China e Itália, ele é reconhecido como patrimônio cultural. A pergunta que devemos fazer é a seguinte: será que todos estão errados e só nós estamos certos? Em todo o mundo existem florestas, mas só aqui todo incêndio vira responsabilidade exclusiva dos baloeiros. &#62;&#62; Leia a reportagem completa no JB Premium Jornal do Brasil &#8211; Jorge Lourenço]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table border="1" cellspacing="15" width="100%" bordercolor="#000000">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffffcc" bordercolor="#000000">
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">Prática de soltar balões pode deixar de ser crime! </span></h2>
<h3 style="text-align: center;">Atividade pode virar patrimônio cultural</h3>
<p>Vilão das festas juninas e principal suspeito em qualquer incêndio florestal, o balão de ar quente pode voltar aos céus do Rio de Janeiro se um projeto lei que tramita na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), for aprovado..</p>
<p>Além de regulamentar a atividade dos baloeiros, a proposição visa conscientizar a população de que há formas seguras de soltar balões sem prejudicar o meio ambiente, danificar a rede elétrica ou causar incêndios.<br />
<span id="more-618"></span></p>
<p><em>– Hoje, o Brasil é o único país do mundo onde a soltura de balões é proibida – explica Marcos Real, presidente da Associação Amigos do Balão (AAB). – Em países como Portugal, México, China e Itália, ele é reconhecido como patrimônio cultural. A pergunta que devemos fazer é a seguinte: será que todos estão errados e só nós estamos certos? Em todo o mundo existem florestas, mas só aqui todo incêndio vira responsabilidade exclusiva dos baloeiros.</em></p>
<p>&gt;&gt; Leia a reportagem completa no <a href="http://jb.digitalpages.com.br/home.aspx?edicao=20110509&amp;pg=03">JB Premium</a></p>
<p><strong>Jornal do Brasil &#8211; Jorge Lourenço</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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